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Clinica de reabilitação de dependente químico

O papel do Terapeuta Ocupacional:

 

A Terapia Ocupacional faz parte do cenário da reabilitação, ajudando o adicto a executar tarefas para desenvolver o retorno a uma vida integrada a sociedade.

O terapeuta ocupacional pode utilizar várias habilidades e ferramentas que sirvam de auxilio no resgate do dependente químico.

 

O papel do Nutricionista:

 

Durante e após o processo de desintoxicação, o organismo do dependente químico fica bastante debilitado. É comum haja perda de peso e perda de cabelo, devido à falta de nutrientes necessários ao corpo.

Dessa forma, o nutricionista tem o papel de tratar o organismo do paciente, através da formulação de uma dieta individualizada e balanceada visando trazer de volta a vitalidade do organismo.

 

O papel dos Enfermeiros:

 

Os enfermeiros são responsáveis por um trabalho importante e delicado, qual seja: acompanhar de perto o passo a passo da recuperação do paciente. A dependência química é uma doença que precisa de atenção e cuidado, e o enfermeiro é o responsável por isso.

O seu principal papel é dar assistência junto ao médico e atender em casos especiais às necessidades prescritas aos pacientes, como a dosagem e o acompanhamento de medicações, por exemplo.

Estes são apenas alguns dos profissionais que devem atuar na equipe multidisciplinar e ajudar na recuperação de dependentes químicos. No entanto, é importante pontuar que a família e os amigos são tão importantes e indispensáveis quanto a ajuda especializada.

 

O papel dos profissionais de educação física:

 

O exercício físico é um aliado importante no tratamento de várias patologias, por efeitos diretos, como, por exemplo, a redução da gordura corporal e dos níveis de colesterol e a melhoria cardiorrespiratória, ou indiretos, como a melhoria na autoestima e na sensação de bem‐estar.

Especificamente nos problemas de saúde relacionados ao uso de drogas, o exercício físico estimula a liberação de substâncias neurotróficas, propiciando a melhora funcional do sistema nervoso e até mesmo sensações de prazer e relaxamento, interferindo de maneira positiva no tratamento da dependência.

Assim, o exercício físico é proposto como coadjuvante no tratamento da dependência de drogas, complementando abordagens psicoterapêuticas e farmacológicas tradicionais.

É importante ressaltar que a atividade física proporciona redução das alterações neuroquímicas, do desejo e da compulsão pelo uso (fissura), dos distúrbios do humor e da cognição, bem como dos níveis de estresse e das dificuldades para relacionamento social e afetivo decorrentes do uso de drogas.

Ao iniciar o tratamento de reabilitação, a abordagem ao paciente é feita de forma individual, onde é realizado uma avaliação física para análise minuciosa da capacidade física do adicto, considerando fatores como a sua idade e a droga que usava.