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Clinica de reabilitação de dependente químico

Quais os tipos de internação que uma clínica de reabilitação pode oferecer?

 

Internação Voluntária:

 

A internação voluntária, como o próprio nome diz, é aquela realizada com o consentimento do adicto, o qual deve assinar uma declaração de que é de sua espontânea vontade ser internado em uma clínica de tratamento para dependência química.

Assim, essa modalidade de internação acontece quando há uma solicitação formal do dependente ou do médico responsável pelo acompanhamento do caso.

 

Internação involuntária

Trata-se de uma modalidade aplicada quando o adicto perdeu por completo o discernimento sobre o risco a que está exposto e o perigo que representa para a família e também pessoas com quem se relaciona.

O excesso de uso das substâncias já atingiu um estágio em que o indivíduo tem sua capacidade psíquica completamente comprometida e não consegue, por si só, buscar um tratamento.

Nesta situação, a internação é acionada por familiares com vínculo de parentesco consanguíneo, ou seja, pais, filhos, avós, tios, sobrinhos que assinarão uma autorização.

Feito o pedido, é essencialmente importante, que o dependente químico seja examinado por um médico, acompanhado da equipe multidisciplinar, os quais deverão emitir um laudo constando a necessidade ou não da internação.

 

Internação compulsória:

Para que a modalidade de internação compulsória venha a acontecer, é necessário que seja expedida uma ordem judicial de internação, independe da vontade do adicto.

Em regra, essa ordem judicial representa a resposta do juiz a uma solicitação feita por um médico, e pode ou não ser requerida pela família. A internação compulsória também pode ser uma alternativa de medida cautelar quando um crime foi cometido por alguém que se encontrava sob o efeito de drogas.

Nessa hipótese de internação, também haverá necessidade da existência de laudo médico comprovando a necessidade do tratamento. Somente após análise do parecer e das condições de segurança do estabelecimento é que o juiz expedirá a ordem determinando a internação do indivíduo.

Outro diferencial existente na internação compulsória, é que o juiz não pode interferir no tratamento e apenas os especialistas podem determinar o seu fim. Sendo assim, o oposto da internação involuntária, na qual a pessoa que a autorizou pode solicitar sua interrupção ou encerramento.